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Tempestade de ideias

Um brainstorm bem executado pode trazer grandes benefícios

 

Nenhuma ideia é tão maluca que não mereça ser considerada com seriedade e firmeza.” (Winston Churchill.)

Vamos abordar uma técnica muito comum para estimular o aparecimento de ideias: o brainstorm – ou simplesmente “tempestade de ideias”.

Essa técnica consiste em duas etapas: criação e julgamento. São duas fases distintas, pois não se deve pensar ao mesmo tempo na solução do problema e na sua crítica. Reúna os colaboradores de sua empresa/igreja em um local confortável e informal. Tenha na sala bastante líquido e alimento, afinal, quando se quer alimentar a mente, não se pode negligenciar o corpo. Selecione uma pessoa para ser a líder do grupo e defina claramente o problema quando a reunião começar. Essa pessoa será responsável por anotar as ideias. É importante também determinar o tempo da reunião e manter-se fiel a ele.

Durante a primeira fase do brainstorm, TODAS as ideias devem ser anotadas, por mais idiota, nonsense ou incompletas que possam parecer, devem ser anotadas sem qualquer ceticismo. É um período de ausência completa de críticas. Nessas sessões é expressamente proibido observações do tipo “não, isso não serve”, “já foi experimentado e não deu resultado”, “tsk, tsk, tsk”, dar aquele sorriso superior ou fazer qualquer gesto que signifique desaprovação. Enfim, nada que possa inibir o fluir das ideias deve ser tolerado. Busca-se que as ideias sejam “expelidas” pelos participantes no momento exato em que vêm à mente.

Após o término desse período é hora do julgamento. É hora de avaliar tudo o que foi anotado, analisando a viabilidade de cada uma das ideias. Aplique o julgamento normal de negócios nesta análise.

Todo esse processo ajudará a estimular a criatividade em sua empresa, além de promover a participação dos funcionários, deixando-os ativamente envolvidos em fazer contribuições. Lembre-se: estimular a criatividade significa encontrar soluções para problemas e inventar novos problemas, sempre visando à otimização dos lucros.

A quem diga, porém, que um comitê jamais criou alguma coisa. Que a criatividade é algo individual. Nesse caso, quando os esforços para se resolver um problema são baseados por uma só pessoa, o processo é chamado individual brainstorm. Um só indivíduo pode praticar o brainstorm, tendo a si próprio como único membro.

Meu desejo é que essas técnicas o ajudem no dia a dia, trazendo benefícios não somente nos resultados numéricos, mas na qualidade dos serviços prestados e nos relacionamentos.

Parece Óbvio

As regras da redação publicitária advertem: utilizar-se do óbvio pode ser o melhor caminho para uma campanha bem-sucedida

 

Antes de terminar a primeira semana da campanha da degustação, as vendas cresceram substancialmente. No fim do mês, a Golden Cake Company anunciou um acréscimo de quase 30% nas vendas, no que era habitualmente um dos meses mais inexpressivos do ano. Sim, o texto era simples, mas tinha aquele cheiro de bolo que acabou de sair do forno. Falava da cozinha, limpa e arejada, na qual os bolos da Golden Brown eram assados. Na verdade, dizia tudo de maneira tão simples, que é bem provável que tivesse sido rejeitada, caso a primeira campanha não tivesse falhado.” (Trecho extraído do conto “Adams Óbvio”, de Robert R. Updegraff, 1916.)

Esse conto, publicado pela primeira vez em abril de 1916, é um marco na história da propaganda e ainda me utilizo dele para escrever textos. Depois que o li pela primeira vez, alguns conceitos que aprendi na faculdade foram derrubados, quando percebi o que realmente importava na redação publicitária.

Comunicar o necessário para chamar a atenção de seu público-alvo é mais óbvio do que se imagina. Nem sempre aquela ideia extremamente criativa é a melhor saída. Selecionei 10 dicas (que não são receitas) para você estabelecer alguns critérios na hora de compor seu texto:

  1. Escreva do jeito que você fala

Melhor ainda, escreva usando a linguagem de seu público. Pense como seu cliente.

  1. Procure conhecer um pouco sobre marketing

É bom o redator entender alguma coisa dessa história de posicionamento.

  1. A responsabilidade para definir um conceito

Um bom conceito deve traduzir a verdade que está por trás de uma marca. Deve ser objetivo, fácil de compreender e curto.

  1. Subtítulo – o amigão do peito

O subtítulo tem a função de explicar alguma coisa. Complementa e reforça o título.

  1. Tem que servir para alguma coisa

Um texto tem que apresentar uma informação relevante para o consumidor. Pode ter a função de emocionar, explicar, vender ou mesmo divertir.

 Escreva um texto vendedor

É importante encontrar os argumentos certos para convencer o consumidor.

  1. A importância de um revisor

Ortografia, pontuação, sintaxe, morfologia, concordância, estilo e, às vezes, a lógica. Tudo isso é essencial para um bom texto.

 Mexer no seu texto não é mexer no seu ego

Aceite sugestões e opiniões, saber negociar é primordial para chegar a um bom resultado.

  1. 9. Tudo começa no briefing

Um bom briefing faz uma grande diferença para se atingir o objetivo desejado.

  1. Procure o óbvio
    O mundo está cheio de desejos, vontades e necessidades não expressas, esperando pelo homem ou pela mulher que faça o óbvio para resolver grandes problemas da vida diária.

Seja qual for o produto, o negócio ou o veículo a ser utilizado, procure estar atento para escrever um texto que comunique. Lembre-se: o melhor elogio está no resultado da campanha.

O processo criativo

Certa vez, tive o privilégio de ouvir um missionário que pregava o evangelho no Marrocos. Apesar de ser proibida a manifestação em público, a fiscalização no Marrocos não é tão rígida e é possível falar de Jesus a uma pessoa mais próxima, tomando certos cuidados. Para isso é necessário estabelecer relacionamentos e ter muita criatividade, utilizando até mesmo elementos do cotidiano da pessoa para introduzir o evangelho aos poucos.

A situação dos cristãos em todo o mundo não é diferente, inclusive no Brasil, onde a diversidade de religiões e o misticismo estão presentes no dia-a-dia. A necessidade de se explorar a criatividade torna-se cada vez mais latente. Há ministérios cada vez mais específicos, destinados a alcançar um determinado nicho da população.

É necessário, muitas vezes, utilizar a criatividade para encontrar soluções no trabalho, e isso é um dom natural de todo homem. Você também pode utilizar-se desse recurso, praticando-o nas situações do cotidiano. Vamos analisar os sete estágios do processo criativo:

  1. Identificação do problema. É importante que se pegue um pedaço de papel e escreva a resposta para a seguinte pergunta: “Qual é o problema?”.
  2. Preparação. É o momento de acumular informações pertinentes ao problema que deve ser resolvido.
  3. Incubação. Hora de pensar, esse estágio se desenvolve mais no plano do inconsciente.
  4. Aquecimento. O retorno ao problema, com a sensação de uma solução próxima.
  5. Iluminação. A solução do problema aparece, é o eureca!, quando ideia “estoura”.
  6. Elaboração. É o momento de colocar em prática, o momento consciente do processo.
  7. Verificação. É preciso comprovar que a ideia adotada como solução é, de fato, a solução.

Esses estágios ao longo do tempo farão parte do seu raciocínio lógico e serão incorporados no seu dia-a-dia para pregar o evangelho e para solucionar problemas em sua empresa de forma mais eficiente.

Siga os passos corretos, elabore sua estratégia utilizando-se da criatividade.

Criatividade – até que ponto isso interessa a uma empresa?

Criatividade significa o ato de dar existência a algo novo, único e original. Em marketing esse “algo novo e original” deve partir da premissa básica de que deve ser útil à empresa ou ao seu criador, à comunidade de consumidores, ou à comunidade em geral.

Essa definição de criatividade, por si só, já bastaria para identificar se sua empresa é ou não criativa. Mas a questão é: até que ponto isso interessa a uma empresa? A verdade é que a empresa que, nos dias de hoje, se recusa a ser criativa – não desenvolvendo os seus produtos, sua estrutura ou seus sistemas, ou não estando atenta a novas descobertas desenvolvidas em outras partes do mundo – está fadada a ser superada muito rapidamente.

O lançamento antecipado de um produto novo; uma melhoria em produto antigo; uma nova abordagem para o mercado – todos esses fatores podem ter uma influência fundamental na otimização dos lucros, e é só através de sua compreensão e execução que uma empresa poderá manter boas posições ou melhorar a posição atual. Esta é a razão por que se diz que “marketing é a administração da criatividade”.

Em termos empresariais, o excessivo temor de errar em novas experiências, envolvendo o nome da empresa, constitui um dos grandes empecilhos à criatividade. Não é tanto pelos eventuais prejuízos financeiros que o fracasso acarretaria; seria mais pela excessiva consciência de sua personalidade – ou pelo temor de, em seus currículos, os executivos carregarem o estigma de uma ação malsucedida.

Em termos gerais, porém, a característica da criatividade na empresa assume duas formas básicas:

  • A empresa é a extensão da criatividade de um líder; isso é básico em empresas de comunicação, onde os seus produtos são feitos à imagem e semelhança de seu criador.
  • A empresa cria condições internas em que a criatividade alimenta a si própria e se desenvolve independentemente de seus líderes.

Em ambos os casos, uma das premissas essenciais é ser a empresa solidamente administrada. Empresas em processo de decadência econômica e financeira raramente conseguem gerar de dentro essa criatividade ou as soluções para os seus problemas. Outra característica: um ambiente jovial e descontraído conduz a um nível maior de criatividade. Um ambiente carregado, onde o sorriso é proibido, inibe a busca de soluções novas e originais.

Criatividade implica em mudanças e está comprovado que na natureza do homem há uma resistência à mudança. Estamos convencidos de que não podemos realmente mudar, de que só podemos nos adaptar ao novo. Em outras palavras, mudanças drásticas geram a necessidade de um novo nascimento e uma nova identidade. A postura adotada diante dessa necessidade é que determinará se a mudança ocorrerá suavemente ou por convulsões e explosões.